segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Abuse dos vestidos





Os vestidos são o grande hit da estação. Neste verão eles aparecem com força total em todos os comprimentos, formas e cores.

Vestidos longuetes em materiais como seda e chiffon também estão entre as grandes novidades do verão, quase todas as marcas nacionais e internacionais fizeram essa aposta. Nas vitrines temos visto, túnicas, vestidos túnicas e muito volume que envolve uma mulher poderosa e segura de sua feminilidade.

Seguem imagens de vestidos frente e costas do site Ever Pretty. São vestidos longuetes para festas de fim de ano, para o dia e tam

sábado, 10 de outubro de 2009

Moda retrô


Já faz algum tempo que a moda busca inspiração em épocas passadas. Desde a primeira guerra mundial, quando o trabalho feminino começou a se fazer presente, os espartilhos caíram e roupas mais práticas tomaram seu lugar; as saias subiram e desceram várias vezes, foram largas, justas, evasés, godês, plissadas. A moda evolui como evoluiu a imprensa, o consumo, a mídia. Ela não mente a realidade, antes interpreta-a.

O que se tem hoje é um padrão bastante livre. Cada pessoa pode encontrar seu próprio estilo, pois as propostas são muitas. Hits de outras épocas pedem passagem, como as sandálias de plataforma, preferidas de Carmem Miranda, que voltaram com força total há alguns verões. Os sapatos de biquinho aberto eram típicos na época da segunda guerra e estão aí novamente. As calças cigarrete surgiram nos anos 50 e ressurgiram ano passado.

Quem anda ligado nos movimentos das cores e tecidos, percebe que algumas vitrines, principalmente as de lojas cujas roupas atingem um público mais jovem, estão com um certo ar retrô. Os bijoux de contas de cristal e miçangas aparecem até em vitrines mais clássicas. Os bordados em roupas e bolsinhas de mão, as bolsas de crochê, tudo isto já foi visto há 30 anos atrás.

domingo, 4 de outubro de 2009

Conheça a etiqueta da vaquinha

Hora de dar presente? Conheça a etiqueta da vaquinha


Antes de tudo, vamos esclarecer o seguinte: com vaquinha ou sem vaquinha, presente, em nenhuma circunstância, é obrigatório. A gente dá porque quer; porque quer fazer um agrado, por agradecimento a alguma gentileza, como forma de homenagear alguém. Presente obrigatório é... Extorsão! Então, vamos às dúvidas!


1. Estou desempregada. Se alguém me chamar para participar de uma vaquinha, pega mal eu dizer não?
Não. Há horas em que não se pode ter nenhuma despesa extra, não é mesmo? Neste caso, diga que não vai dar e pronto. Se a pessoa que vai ser presenteada for amiga, dê a ela alguma coisinha dentro de suas possibilidades, ou uma florzinha, e diga que fica para uma próxima ocasião. Ela vai entender.

2. Na minha empresa, as pessoas querem fazer uma vaquinha para comprar um presente para um amigo. A vaquinha engloba pessoas que vão do faxineiro até a diretoria. Fica chato a pessoa que ganha mais contribuir com mais dinheiro?
O ideal é que todo mundo dê exatamente a mesma quantia. Isso nivela democraticamente todos os participantes. Para isso, o salário mais baixo é que tem que ser considerado. Se não for o suficiente para cobrir o gasto com o presente escolhido, pedir aos diretores que completem no final - sem que o fato seja mencionado.

3. Estou participando de uma vaquinha para um aniversário. Todo mundo vai dar 30 reais, mas eu vou dar 15. Tudo bem?
Você tem toda liberdade, inclusive a de não participar se não quiser. Se achar que 30 é mais do que pretendia gastar naquele presente, converse com os organizadores e proponha que o valor seja menor. Se não der, caia fora e escolha o seu próprio presente.

4. Vou me casar. Ao invés de pedir presentes, posso pedir dinheiro?
Como eu já disse, não se pede presentes. A gente ganha presentes, o que é um pouco diferente. Só criancinhas fazem lista de Papai Noel. Adulto só tem que agradecer quem tiver a gentileza de dar alguma coisa. Há, no Brasil, a tradição dos presentes de casamento. Para esse caso, já existem até as listas de casamento em lojas. Mais do que isso, ainda não é hábito. Muito menos dinheiro. A não ser com pessoas muito próximas, pais e padrinhos que podem dar dinheiro sem problemas. Casamento não é um show que as pessoas têm que pagar para ir assistir, ora essa. Sinto muito, mas é muito deselegante pedir dinheiro.

5. Vou me casar e tenho casa montada. Como posso pedir que, em vez de mais um liquidificador ou jogo de copos, me dêem dinheiro para a lua de mel?
Avisando que sua lista está numa agência de viagens, por exemplo. E aí você faz, junto com a agência, uma lista bem bonitinha com sugestões bem humoradas e de valores em dinheiro bem variados, para que todos os tipos de bolso sejam considerados. Como, por exemplo: um valor baixinho para “água de coco na praia”, “gorjetas do hotel”, para um “tour pela cidade”, “caipirinhas na piscina do hotel”, até cotas mais altas, como “um jantar num bom restaurante típico”, “duas diárias do hotel”. Dê às pessoas opções de valores para que todo mundo se sinta à vontade.

6. Quero comprar um carro. Como posso organizar uma vaquinha?
Você é folgado hein, cara? Se você conseguir organizar essa vaquinha, escreva um livro contando como foi, porque vai ser um sucesso! Ou entre num site só de "amantes de vaquinhas" – sim, isto existe – e deite e role.

7. Quero fazer uma festa para minha filha, mas estou sem dinheiro.. Posso pedir que os convidados, ao invés de darem presentes, dêem uma ajuda em dinheiro?
Não. Quem quer dar a festa é você, não são eles. O que você pode fazer é pedir que seus amigos mais próximos contribuam com os salgados, os doces, algumas das bebidas. Mais do que isso, não. Convidado que paga não é convidado, é dono da festa.